Linha de maquilhagem da Poundland (UK)

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Correria, correria…eu sabia que ter casa própria dava trabalho, mas vivê-lo na pele…chiça, parece que nunca temos tempo para nada, há sempre qualquer coisa para fazer cá em casa, e acaba por me roubar muito do tempo que tenho livre, o que se reflecte na falta de tempo para escrever para vocês.

Quando voltei de Londres acho que vos contei que tinha comprado alguns produtos de maquilhagem da marca própria da Poundland – espécie de loja dos 300, mas neste caso de 1£, que é muito popular no Reino Unido. Encontramos lá imensa coisa útil / yummy e a preços muito em conta, comparativamente com outros supermercados (enchi a mala de Toblerones a 1£, não estão bem a ver).

Antes de ir a Londres pesquisei sobre esses produtos de maquilhagem da Poundland, e fui parar a um site da Cosmopolitan com uma review bastante interessante dos mesmos. Uma jornalista da revista decidiu experimentar a maior parte dos produtos e falou abertamente sobre cada um. A dita jornalista, presumo, não era nenhuma expert em maquilhagem, mas gostei de ler o que ela escreveu, o que me levou a experimentar trazer alguns dos produtos que ela recomendou. Se quiserem ver a reportagem, podem encontrar a mesma neste link.

Há uns tempos estive a experimentar o que trouxe dessa linha de maquilhagem, onde todos os produtos são 1£. Parece bom demais para ser verdade não é? O problema é que é mesmo.

Sei que cá em Portugal não temos estes produtos, mas este post fica já como uma espécie de review para os produtos que trouxe, assim caso algum de vocês seja do UK ou esteja a pensar passar por lá, já têm aqui algumas dicas.

Voltando à reportagem de que vos falei, a jornalista recomendou os batons, eyeliners líquidos, os lápis de olhos, a base, sombras e vernizes, com especial destaque para os eyeliners e batons. Ora, na minha procura pela maquilhagem da Poundland, só consegui encontrar a base, um batom (apenas uma cor, de toda a colecção disponível) e um lápis para olhos azul. Trouxe também por engano dois lápis para as sobrancelhas, mas nenhum na minha cor (um preto e outro beje, trouxe a pensar que eram para os olhos, pois estavam no lugar deles e as embalagens são praticamente iguais). Tive sorte com a cor da base, porque não tinha tester e parece que acertei na cor. Mas já lá vamos. Tive pena de não encontrar nenhum eyeliner, porque segundo a jornalista, foi o melhor produto desta linha de maquilhagem.

Começando pela base…

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Achei-a muito, muito muito má. Sem cobertura praticamente nenhuma, com uma textura mais a roçar o BBCream do que a de base, com um cheiro super artificial e sem fazer praticamente efeito algum na minha cara. Têm de meter quilos de base para se notar um bocadinho que seja. Não vale sequer 1£. Muito mázinha…não recomendo de todo!

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O lápis azul…

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Super duro, difícil de aplicar, e a cor não é uniforme. Em termos de duração não se portou muito mal, mas não fiquei fã, pois achei super difícil de trabalhar. A cor é gira, um azul escuro, mas é tão difícil de usar que acho que não vale a pena gastarem dinheiro com ele.

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O batom…

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O batom foi, dos três, o que mais se safou. A textura é muito estranha. É macio, mas um macio super leve, nunca tinha sentido nenhum batom assim, parecia quase que estava a aplicar um batom de brincar. A cor que trouxe é muito gira, um rosa framboesa bastante pigmentado e com acabamento brilhante. Não tem um cheirinho bom, mas pelos vistos toda esta linha tem aquele cheiro esquisito caracteristico de “cosméticos baratos”. Se passarem demasiado o batom, acho que os lábios ficam um bocadinho artificiais, mas tirando o excesso, com cuidado, fica OK. A duração não é nada de especial, mas para 1£ acho que não é mau, foi a única coisa que achei que voltaria a usar.

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Nenhum destes produtos me causou alergias (ao menos isso!).

Tive pena de me ter enganado nos lápis e de ter trazido dois que não irei usar, mas provavelmente irei oferecê-los daqui a uns tempos junto com outras coisinhas que estou a planear para um giveaway de Natal ;)

E agora, quero saber se alguém já tinha experimentado esta linha de maquilhagem…tiveram pesadelos como eu? Eheh.

Beijinhos,
Lara

Queda de cabelo sazonal

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Boa segunda-feira a todos!

Decidi abrir a semana com um post dedicado a um “problema” que atinge muita gente nesta altura do ano, que é a queda de cabelo. O meu sofre com esse mal todos os anos, pelo que já há muito tempo que tenho uma espécie de plano de ataque para combater esse mal.

A queda de cabelo, além de ser prejudicial, é bastante incómoda, pois estamos constantemente a ver cabelos a cair por todo o lado, à nossa volta, seja na roupa, no chão, etc.

A queda sazonal acontece sempre no Outono, onde coincide com a queda das folhas. Algumas pessoas sofrem mais com este problema que outras, mas existem certos cuidados que podemos ter que fazem com que a queda seja menos acentuada. Além desses cuidados (dos quais vos vou falar agora) eu optei por tomar, todos os anos, um suplemento alimentar que ajuda no combate da queda e que fortalece o meu cabelo. Mas já lá vamos.

Ora então que cuidados podem ter com o vosso cabelo nesta altura?

Máscaras fortalecedoras e produtos naturais:
Se aplicarem uma máscara no vosso cabelo todas as semanas, já é meio caminho andado para o fortalecer, ajudando assim no combate à queda. Podem fazer máscaras à base de ingredientes naturais, como alternativa às máscaras que se compram nos supermercados. Outra dica que aprendi com a minha família foi a de utilizar vinagre de maçã diluído em água no cabelo, pelo menos uma vez por semana. Ajuda a que os nossos cabelos fiquem leves, brilhantes, retira a oleosidade e fortalece. Comigo resulta muito bem!

Alimentação:
O nosso cabelo reage imenso à nossa alimentação, e para o manter saudável convém seguir uma dieta equilibrada, com vitaminas, sais minerais e proteínas. Eu tento ao máximo seguir uma alimentação saudável, mas com este problema de queda sazonal optei por começar a tomar um suplemento alimentar. Tomo há já alguns anos um suplemento, porque houve um ano em que estive com mesmo muita queda de cabelo e esse suplemento fez milagres. Estou a falar do Quinoral, da Klorane. Desde que o comecei a tomar, repito todos os anos. Cada caixa dá para um mês, e o tratamento recomendado é de três meses. Já venho um bocadinho atrasada com este post, porque regra geral começo o tratamento em Setembro ou Outubro, mas de qualquer forma achei que iam gostar de saber. Faço sempre os três meses, e estou neste momento quase a terminar o terceiro. Costumo comprar este suplemento na Wells, onde vendem um pack de três caixas pelo preço de duas. Compensa bastante! O preço de cada caixa ronda os 20 euros, se não estou em erro.

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Styling e agressões ao cabelo:
Outra coisa com a qual têm de ter cuidado são as agressões ao cabelo, pois podem contribuir para a sua queda. Por vezes o número excessivo de lavagens é prejudicial, e nisso eu sou culpada, pois lavo o cabelo todos os dias, não o consigo evitar. O secador também é bastante prejudicial (assim como os ferros alisadores ou de ondular) pelo que, se não conseguem passar sem eles, o ideal é utilizar um protector de calor antes de os utilizarem. Eu uso um da Tresemmé, que até já vos mostrei neste post, e que adoro.

Ainda para ajudar no combate à queda, este ano decidi experimentar um produto da Pantene que não conhecia: O Cuidado Intensivo Fortificante Prevenção Queda. Estou a falar de um spray que aplico sobre o cabelo molhado, com 15 pulverizações por todo o couro cabeludo, para depois fazer uma pequena massagem e pentear normalmente. Sinceramente, acho que ajudou um bocadinho na prevenção da queda! Não diria que tenha sido espectacular, mas ajudou um bocadinho, sim.

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Por último, recomendo também que cortem o cabelo regularmente, pois ajuda a fortalecer o mesmo. E para quem sofre de queda muito acentuada, o cabelo muito comprido, ao ser mais pesado, ajuda a que o cabelo caia mais facilmente, infelizmente.

Já conheciam estas dicas? Utilizam algum suplemento alimentar para ajudar no combate à queda? Contem-me tudo ;)

Beijinhos e boa semana!
Lara

Guia para viajar – 1 – Como escolher um destino de férias?

keep-calm-e-vamos-viajar-4Boa segunda-feira pessoas giras! Há taaanto tempo que eu não fazia um post, meu deus!

Bem, tenho a dizer-vos que já não mexia há tanto tempo no meu portátil que até parece que já não sei de cor o lugar de tocas as teclas, a escrever…inacreditável. Já me mudei como devem saber, já tenho praticamente tudo arrumadinho e de momento só me falta ir trazendo aos poucos coisinhas mais secundárias que não me fazem falta no dia-a-dia. Isto de ter casa própria exige muito mais tempo de mim, por isso temo que os meus posts já não consigam ser diários (nos dias úteis), como tentava sempre, antes da mudança. Vou tentar ao máximo fazer posts regulares, já sabem, mas fica aqui um alerta meu.

Ora o post de hoje é dedicado a uma série de posts que vou fazer sobre um hobbie que muita gente – eu incluída – adora, que é VIAJAR!

Já imensa gente me tinha pedido para dar dicas de viajem, e como eu acho um tema super giro resolvi fazer alguns posts dedicados ao assunto. Neste primeiro post vou falar-vos de como é, para mim, a melhor forma de escolher um destino de férias. Nos próximos posts irem também falar-vos sobre como escolher o voo e o respectivo alojamento, técnicas de poupança durante a viagem, etc.

1. Como escolher um destino de férias?

Primeiro que tudo, têm de pensar, obviamente, que país gostavam muito de conhecer (ajuda fazer uma lista dos vossos países de eleição para visitar) e verificar, dentro dessa lista, qual deles tem um budget mais ou menos adequado à vossa carteira. Eu falo por mim, pois quando vou viajar gosto de não estar limitada e andar a contar trocos, para conseguir ver a cidade que escolhi com calma, divertir-me nas atracções disponíveis, visitar museus e monumentos famosos, experimentar a gastronomia local, etc. Claro que isto tudo depende de pessoa para pessoa e do tipo de turismo que vão fazer, por isso estou a dar-vos o meu ponto de vista.

Se pesquisarem no google por, por exemplo, “top 10 cidades mais baratas para viajar”, encontram imensos sites com listas onde descrevem o custo por dia, por pessoa, em várias cidades, e onde conseguem perceber mais ou menos quanto vão gastar. Se a cidade que querem visitar não é tão barata como gostariam (exemplo: Londres), então se calhar o melhor é começarem a planear essa viagem com bastante antecedência, para juntarem o dinheiro que acham que vão gastar durante a vossa estadia.

Outro factor a ter em conta quando procuram um destino de férias é, como já referi, o tipo de turismo que vão fazer. Querem fazer praia apenas? Querem conhecer uma cidade e a sua história? Querem fazer férias na neve? Dependendo do tipo de destino, há opções mais baratas e mais caras, consoante a vossa preferência. A minha normalmente centra-se em conhecer cidades pela sua história, cultura, etc, não sou muito de destinos paradisíacos, prefiro explorar novas cidades. Convém ter em atenção também a moeda do país que vão conhecer, para irem preparados em relação a isso. Dentro dos países da moeda única – Euro – estamos à vontade, mas, dando o exemplo de Londres, em que vigora a Libra, eu pessoalmente prefiro levantar nas ATM’s de lá as libras, do que levar dinheiro comigo. Acho perigoso andar com muito dinheiro e prefiro ir levantando nas ATM’s. Temos sempre custos associados, quer troquem euros cá em Portugal ou lá, quer levantem o dinheiro nas ATM’s, mas da minha experiência pessoal tem sempre compensado mais levantar dinheiro la. Mas para quem não tiver outra hipótese (de levar consigo cartões que sejam válidos internacionalmente), então temos de levar já dinheiro trocado connosco.

Quando escolho a cidade que quero visitar (ou até as cidades, pode acontecer), costumo ter em atenção a altura do ano em que vou fazer essa viagem. Como regra geral prefiro conhecer cidades europeias, gosto de marcar as minhas viagens em época média/baixa, para poupar algum dinheiro tanto em hoteis como em voos. Por exemplo, se decidirem ir a Londres em Abril, será muito mais barato do que se decidirem passar lá uns dias Em Julho ou Agosto, ou até mesmo Dezembro, por ser o mês do Natal.

Além de escolher os meses de época mais baixa, gosto de escolher alturas do ano em que o tempo está ameno, pois é o ideal para andar bastante a pé sem ter calor a mais ou sem apanhar imensa chuva. Novamente o exemplo de Londres: Fui lá recentemente, em Setembro, onde já apanhei o início do Outono, logo ficou mais barato, não apanhei calor algum e o frio ainda não era muito, além de que a época da chuva ainda não tinha chegado em força, logo, foi uma altura excelente para passear por lá. Outro exemplo de excelente ida em Setembro é se escolherem uma cidade de Itália, porque em finais de Setembro ainda está um calorzinho agradável para passear, e podem aproveitar para visitar praias/lagos e fazer alguma praia.

Há excepções há regra e claro que há países em que é difícil conciliar estes factores. Por exemplo, se forem a um país nórdico, vão ter de ter mais atenção por exemplo ao tempo de luz solar que têm disponível na altura do ano em que vão, tanto podem apanhar, dependendo do país, dias quase inteiros de sol, como pode o sol se pôr às 14h, por exemplo. E quando andamos a passear e a conhecer novos países, é triste ter pouca luz durante o dia.

Convém também fazer uma pesquisa no google sobre os hábitos e costumes do país que vamos visitar, pois há certos gestos ou coisas ditas por nós que para nós podem ser super banais, mas que para os oriundos do país que vamos visitar possa ser ofensivo. Convém ir preparado e fazer algum trabalho de casa.

Também é sempre bom sabermos de antemão onde fica a embaixada portuguesa no país em que vamos visitar, para que, caso nos aconteça alguma coisa, seja mais fácil de resolver a situação (exemplo: roubos).

Se viajarem dentro dos países da União Europeia, podem pedir o cartão europeu de seguro de doença, um cartão que é válido para quem viajar para um Estado-Membro da União Europeia, e também para Islândia, Listenstaina, Noruega e Suíça. Este cartão permite a uma pessoa segurada ou abrangida por um regime de proteção social de um dos 28 Estados-Membros da União Europeia, Islândia, Listenstaina, Noruega e Suíça, obter junto dos prestadores de cuidados públicos a assistência médica de que o seu estado de saúde necessitar durante a sua estada temporária em qualquer dos Estados referidos. Este cartão tem alguns condicionantes, pelo que podem ver todos os pormenores e condições ao pormenor aqui.

Resumindo, quando escolherem um destino de férias, tenham em conta pelo menos os seguintes factores:

  1. Paises/cidades que sonham conhecer;
  2. Budget para a viagem;
  3. Meteorologia do país/cidade em questão;
  4. Época do ano em que vão viajar;
  5. Actividades que pretendem fazer;
  6. Duração da luz solar;
  7. Costumes dos locais;
  8. Moeda

Espero que tenham gostado do post! Mais alguns vão chegar nos próximos tempos (claro que faseados e intercalados com outros) porque este tema dá pano para mangas! Qualquer dúvida que tenham já sabem :)

Beijinhos e boa semana!
Lara

Londres pela segunda vez.

IMG_8693Olá a todos os que me acompanham desse lado :) já sabem que tenho estado ausente por motivos pessoais, e ainda não é desta que consigo voltar a 100% ao blog…acontece que ainda não me mudei de vez, ainda estou na fase final das mudanças, tenho tudo desorganizado quer numa casa quer noutra, e estou sem espaço de trabalho para o blog…ou seja, tenho PC, mas não tenho um sítio para tirar fotos, tenho chegado sempre muito tarde a casa e o tempo é quase nulo. Hoje consegui escrever-vos qualquer coisinha, mas vai ser um relato de como foi a minha passagem por Londres, no mês passado, uma vez que não consigo ainda fazer posts de reviews de produtos.

Londres é uma cidade que adoro. Já lá tinha passado há 5 anos atrás, em Abril de 2010, e foi a minha primeira viagem a sério de avião. Já tinha viajado de avião para Espanha, em pequenina, mas era mesmo muito novinha e não me lembro de nada dessa viagem, pelo que Londres teve um sabor muito especial.

Londres é uma cidade cosmopolita, cheia de vida nas ruas, cheia de sítios giros para se comer, cheia de pessoas diferentes, um autêntico melting pot. Amei Londres em 2010. E voltei a amar Londres agora, em 2015. Voltar lá soube muito bem. É uma cidade super fácil de conhecer, pois tem um sistema de transportes muito eficiente e toda a gente fala inglês (óbvio) o que ajuda muito na comunicação. Londres é enorme. Uma linha de metro deles consegue ser maior do que todas as nossas juntas. A cidade tem imensos sítios giros para se conhecer e divide-se em zonas, sendo que as zonas 1 e 2 são as principais para quem quer conhecer os pontos turísticos mais conhecidos.

Gosto muito de Londres também pela diversidade de entretenimento que existe, quer seja em termos de teatro ou de música. Na primeira vez que lá fui vi um musical – O fantasma da ópera – e fiquei deslumbrada. Gosto de teatro e não vou mais vezes por falta de tempo (e algumas vezes de dinheiro), pelo que fiquei maravilhada com o musical que vi. A produção era imensa, os actores fantásticos e o teatro em si lindíssimo. Confesso que os preços são bastante azedos, ainda mais para a carteira dos portugueses. Ainda relembrando a viagem de 2010, vi um concerto de uma banda que gosto imenso, os Opeth, no mítico Royal Albert Hall, uma sala fabulosa, e adorei. Regressando a 2015, desta vez não vi nenhum musical / peça, mas vi dois concertos. Curiosamente voltei a ver os Opeth, e também vi os fantásticos Riverside, uma banda Poláca e uma das minhas bandas preferidas.

Em Londres é tudo muito caro, infelizmente. A Libra está cada vez mais cara e a cidade em si é cara, por isso convém pouparem algum dinheiro caso queiram lá ir. Eu não sou apologista de viajar e andar a viagem inteira a fazer refeições de fast food e sandes, por isso gasto sempre um bocadinho mais de dinheiro nesse aspecto. Gosto de conhecer a gastronomia local e experimentar coisas diferentes, ir a sítios giros e ficar com boas recordações.

Tive o prazer de ir a três restaurantes diferentes do Jamie Oliver. O Jamie tem uma cadeia de restaurantes italianos – Jamie’s Italian – da qual gosto imenso, pois já tinha experimentado noutras cidades do Reino Unido. Visitei o Jamie’s Italian em Covent Garden e não fiquei desiludida, gostei imenso. Também em Covent Garden, fui conhecer o Union Jacks, um restaurante super informal num misto de pizzaria e comida local. Preços acessíveis, tanto neste último como no Italian (pratos entre as 10£ e 16£). E por último, quase no fim da viagem, tive o prazer de ir ao Fifteen, um restaurante mais posh do Jamie. Os preços são bem abusivos, mas a comida é excelente! Gostei muito do conceito do restaurante, porque o mesmo é sem fins lucrativos e as receitas revertem para o programa de “aprendizes” dele, um programa em que o Jamie recruta pessoas desempregadas para trabalharem com ele no restaurante. É de louvar. Podem saber mais sobre este programa aqui.

Deixando a comida e os concertos de lado, posso vos dizer que apanhei imenso bom tempo (só choveu uma manhã e nessa mesma manhã fiquei a descansar), pelo que S. Pedro foi generoso comigo. Curiosamente já em 2010 tive a mesma sorte, por isso fiquei muito feliz. Já o frio…não estavam horrores de frio, mas as mínimas já chegavam aos 8º, por isso já estava bem mais fresquinho do que cá.

Consegui rever todos os locais que queria, conhecer alguns poucos novos, divertir-me imenso e fazer algumas comprinhas. Comprei alguns produtos da linha de maquilhagem da Pound Land, uma loja que vende praticamente todos os artigos a 1£. Estava um bocado reticente na compra de maquilhagem tão barata, mas fi-lo porque li boas reviews sobre produtos muito específicos, e resolvi trazer comigo alguns deles. Pelo preço não tinha muito a perder ;) num dos meus dias em Londres passei pelo Harrods, um armazém gigante com imensas lojas, e comprei um batom na MAC…não resisti. O preço acabou por ser o mesmo que cá, mas não consegui resistir mesmo. Trouxe um retro matte, depois hei de vos mostrar mais à frente, noutro post. Ainda na maquilhagem, passei por uma loja da Benefit (Nunca tinha visto uma loja própria da marca) e achei a loja um mimo. Infelizmente quando a “encontrei” foi por acaso, e na manhã do meu último dia em Londres, por isso só espreitei assim muito rapidamente, nem tive tempo para tentar comprar nada sequer. De qualquer forma fiquei encantada com a loja…linda linda linda!

Passei na Primark num Domingo à tarde…e foi o caos. Se acham as Primarks de cá confusas ao fim-de-semana, não queiram ver as de Londres. Fui à Primark de Oxford Street, e as pessoas atropelavam-se, literalmente. Quase não tinha espaço para me mexer na loja. Assim entrei, assim saí, estive lá muito pouco tempo. Passei também na Forever 21, e aí sim, trouxe algumas coisinhas comigo. Um vestido de Outono lindo e um poncho fofinho. Adorava que a Forever 21 viesse para Portugal!

Nesta minha estadia em Londres fiquei no apartamento de um casal muito simpático que encontrei no AirBnB. Já foi a terceira vez que fiquei num apartamento deste género, e correu sempre bem até agora. Um dia (já estou a prometer isto há imenso tempo) vou fazer mesmo um post de dicas de viagem, e vou falar-vos ao pormenor do AirBnB. Vale muito a pena, principalmente em cidades caras como Londres.

O post já vai longo, por isso vou me despedir por hoje. Espero que continuem desse lado, porque eu estou mortinha de voltar à normalidade e conseguir fazer posts regularmente! Esperam por mim? :)

Beijinhos grandes!
Lara